Desde o final de 2018, os profissionais cadastrados no Conselho Federal de Psicologia (CFP) estão autorizados a utilizar plataformas virtuais para consultas. A resolução anterior, de 2012, liberava apenas orientações, e não consultas ou atendimentos de fato.

Dois meses após a Resolução 11 de 2018, o número de plataformas virtuais cadastradas no CFP teve um aumento de 381%. Mas será que ela pode ser tão eficiente quanto a presencial? Há estudos que asseguram que sim.

Wagner Gattaz, diretor do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, conduziu uma pesquisa* que atendeu 107 pacientes com depressão em 2014. Desses, 52 foram atendidos via Skype e 55 pelo método presencial. Os resultados da evolução clínica foram comparados e os dois modelos se mostraram similares.

Para garantir um bom resultado na condução de uma terapia online é preciso orientar o paciente a iniciar a sessão em local reservado e que seja realizada por algum recurso de vídeo.

Vale destacar que o Conselho Federal de Psicologia considera a terapia virtual inadequada para pessoas e grupos em situação de urgência e emergência. O atendimento virtual permanece proibido em situação de violação de direitos ou de violência ou de desastres.

Saiba mais: http://bit.ly/2JGjDf2

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